sábado, 10 de julho de 2010

Acende ou Nâo

Com este experimento è possivel testar e indentificar os materiais em isolante ou condutures de energia;Para entendermos exatamente o que esse experimento faz primeiro,vamos mostrar como se monta.



Usamos uma pilha de 1.5 volts,uma lâmpada tambem de 1.5 volts e um pedaço de fio eletrico;Pegamos e dividimos o fio em duas partes ,vamos usar uma das partes do fio e ligamos sua ponta no polo positivo da pilha,a outra ponta desse fio é ligado a rosca da lampada,o outro pedaço do fio lagamos ao pólo negativo da pilha a outra ponta fica solta,bem proximo ao conector da lampada,porém não deve conectar porque o espaço livre será o suficiente para que seja possivel fazer nossos testes.




Materiais isolantes:São aqueles em que suas cargas elétricas estão em equilíbrio e se atraem nesse caso não há eletróns livres para compor o movimento,nesse caso a eletricidade não passa por esses materiais,por exemplo,borracha,plastico,madeira,etc
A lampâda não acende porque os elétrons não se movimentam.


Materiais condutores:São aqueles que possuem elétróns livres no seu interior quando os eletróns são submetidos a uma diferença de potencial,os elétrons se movem de acordo com esses potencial permitindo então que a corrente elétrica passe normalmente esses materiais,por exemplo,ferro,inox,cobre,etc...




A lâmpada acende por que os eletróns se movem,permitindo que a corrente elétrica passe.
Nome:Roberto,Francieli,Adriana
Turma.307

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Motor Elétrico

Motor Elétrico

Objetivo

Neste experimento vamos construir um sistema simplificado de motor de corrente contínua.Trata-se de uma aplicação de grande importância de eletricidade e magnetismo.
O motor elétrico funciona com base na repulsão entre imãs, um natural e outro não-natural
Idéia do Experimento

O imã não-natural neste experimento é uma bobina.
O conveniente de se usar imãs não naturais num motor elétrico é a possibilidade de se manipular (inverter) os polos magnéticos.
O funcionamento deste motor elétrico pode ser explicado em alguns passos (acompanhe pela figura abaixo):
1) Num primeiro momento, os fios raspados estão em contato com as tiras e a corrente elétrica cria um campo magnético na bobina. Esta bobina por ter liberdade de rotação entra em movimento, para se livrar da repulsão do imã comum, que está fixo à sua frente.
2) Em um quarto de volta, a bobina está parcialmente em contato com as tiras e o campo magnético começa a perder sua força. Não deixando assim que a atração do polo sul da bobina pelo polo norte do imã comum seja forte o suficiente para frear o movimento.
3) Quando a bobina completa meia volta, começaria o processo inverso. Ou seja, deveria existir um campo atrativo entre a bobina e o imã. Mas isso só aconteceria se os contatos estivessem ligados. Este contato não é estabelecido, pois, esta atração frearia ou cessaria o movimento adquirido no primeiro momento.
4) Completando-se mais um quarto de volta, o contato com as tiras começa a se reestabelecer e o campo magnético a ganhar força. Neste momento a bobina começa a ser repelida pelo imã comum. Dado o movimento que a bobina já possui, este ganha nova aceleração.
5) Volta-se à posição inicial e o ciclo recomeça.
Assim o processo continua periodicamente, enquanto existir corrente elétrica passando pela bobina.


Nome: Iago muniz, Esteban Duarte, Jader Ferreira
Fritador de salsichas
(Condução iônica e efeito Joule)

Objetivo
Salientar a condução elétrica nos condutores iônicos e a manifestação do efeito Joule, usando como condutor elétrico uma salsicha.Nesse trabalho, vamos salientar a passagem da corrente elétrica através de um condutor iônico (a salsicha) ligado em série com uma lâmpada incandescente e a manifestação do efeito Joule que nela se processa (pela 'fritura' da salsicha)

A salsicha
Uma coisa é notória, todos os ingredientes da salsicha constituem condutores de segunda espécie, ou seja, são condutores iônicos.
O fritador
Nosso fritador de salsichas consiste numa base de madeira, na qual foi instalado um soquete para lâmpada incandescente comum, dois garfos (todo de aço inox) e fios de ligação. Eis a foto do fritador já pronto:





Como se observa, os dois fios provenientes da rede elétrica domiciliar é ligado a um dos terminais do soquete da lâmpada; do outro é ligado a um dos garfos. O terminal restante do soquete da lâmpada é ligado ao outro garfo. Os garfos de aço inox foram cortados, e foram feitos furos para fixá-los na madeira.


Conclusão
A salsicha é realmente um condutor iônico de corrente elétrica, tanto é que a lâmpada colocada em série acendeu! Se a salsicha fosse isolante isso não aconteceria. O calor transferido para os ingredientes da salsicha determinaram sua 'fritura' e esse calor é proveniente da energia térmica em trânsito desde os locais por onde passa corrente elétrica e as demais partes da salsicha. Fica constatado o efeito Joule.
Nome: Elias de Matos Dias Turma: 306

TRABALHO FISICA


Objetivo
O objetivo deste experimento é monstrar uma propriedade física de determinados materiais: a transformação de energia elétrica em energia térmica, conhecida como Efeito Joule.
Contexto
A energia possui a característica de poder existir sob várias formas e ser transformada de uma forma para outra. Por exemplo, a energia mecânica que se transforma em energia elétrica numa usina hidrelétrica ou a transformação de energia elétrica em energia térmica numa resistência de chuveiro.
A transformação de energia pode ser em alguns casos bem vinda, e em outros não. Por exemplo: para um automóvel em movimento, a transformação da energia cinética em atrito, em função da resistência do ar não é bem vinda. Já a transformação de energia elétrica em calor na resistência de um chuveiro num dia de frio, é muito bem vinda.
Este último fenômeno denomina-se Efeito Joule: é a transformação de energia elétrica em calor num material por onde passa uma corrente elétrica.
Idéia do Experimento
Uma das maneiras que temos para a verificação do Efeito Joule é usando o sentido do tato. Para isso basta construir um circuito elétrico muito simples, composto de uma fita de papel alumínio e uma pilha comum de 1,5 volts.
Ao ligar as duas extremidades da fita de papel alumínio nos polos da pilha, estabelece-se uma corrente elétrica. Depois de um certo tempo a fita se aquece devido à passagem da corrente elétrica. Este aquecimento é pequeno e só é possível verificá-lo usando o sentido do tato, numa região do corpo sensível a pequenas temperaturas. Como por exemplo, as costas da mão, o pulso etc.
Outra maneira de se demonstrar o Efeito Joule, é ligando-se dois fios às extremidades de uma pilha. Ao se encostar as extremidades livres dos fios em um pedaço de palha de aço fina (BOM-BRIL por exemplo), a palha de aço é aquecida, pelo efeito Joule, e incandesce, queimando toda.
A corrente elétrica em um filamento de palha de aço o aquece. Por ele ser muito fino, ele então queima. Como a palha de aço é um emaranhado de filamentos, um queima o outro sucessivamente até que todo o pedaço de palha seja queimado.
BY : MAYLANE KYVIAN BASSANI TURMA:307

Gerador de Van der Graaf

O Gerador de Van der Graaf é uma maquina elétrostatica com uma esfera metálica isolada da terra, que é permanentemente carregada (positiva ou negativamente) através de uma correia isolante. Esta correia é que recebe cargas onde são removidas dando-se a corrente elétrica para gerar uma voltagem em um curto espaço de tempo.
Essa correia é carregada através de uma polia, como se alguém estivesse esfregando continuamente um bastão de plástico em um pedaço de feltro ou lã, ocorrendo a troca de elétrons.
Pequenos geradores podem chegar a uma potência de Kv (quilovolt). Grandes geradores ultrapassam 10 mv (milivoltos).


Objetivo do Gerador:
O objetivo do Gerador é produzir o efeito de arrepiar os cabelos de quem tocar na esfera, pois o cabelo fica eletrizado devido a movimentação dos elétrons trocados durante a experiência.



Objetivo dos Alunos:

O nosso objetivo nessa experiência, é tentar recuperar o gerador do Instituto Estadual Riachuelo, construindo e reconstituindo peças que se encaixem e que funcionem, ja que não as tem a venda, e a nossa grande meta é que ele brevemente esteja levantando cabelos.

Nomes:
Taís Monteiro
Christian Silveira
Natália Cardoso

Turma: 307

Energia Eólica

História da energia eólica


Já há quatro milênios as pessoas usavam a energia eólica na forma de barcos à vela no Egito. As velas capturavam a energia no vento para empurrar um barco ao longo da água. Os primeiros moinhos de vento, usados para moer grãos, surgiram entre 2 mil a.C., na antiga Babilônia, e 200 a.C. na antiga Pérsia, dependendo de para quem se pergunta. Estes primeiros dispositivos consistiam em uma ou mais vigas de madeira montadas verticalmente, e em cuja base havia uma pedra de rebolo fixada ao eixo rotativo que girava com o vento. O conceito de se usar a energia do vento para moer grãos se espalhou rapidamente ao longo do Oriente Médio e foi largamente utilizado antes que o primeiro moinho de vento aparecesse na Europa. No início do século XI d.C., os cruzados europeus levaram o conceito para casa e surgiu o moinho de vento do tipo holandês com o qual estamos familiarizados.
O desenvolvimento da tecnologia da energia eólica moderna e suas aplicações estavam bem encaminhados por volta de 1930, quando estimados 600 mil moinhos de vento abasteciam áreas rurais com eletricidade e serviços de bombeamento de água. Assim que a distribuição de eletricidade em larga escala se espalhou para as fazendas e cidades do interior, o uso de energia eólica nos Estados Unidos começou a decrescer, mas reviveu depois da escassez de petróleo no início dos anos 70. Nos últimos 30 anos, a pesquisa e o desenvolvimento variaram com o interesse e incentivos fiscais do governo federal. Em meados dos anos 80, as turbinas eólicas tinham uma capacidade nominal máxima de 150 kW. Em 2006, as turbinas em escala de geração pública comercial têm potência nominal comumente acima de 1 MW e estão disponíveis em capacidades de até 4 MW.



Como se gera Energia Eólica

O ar é um fluido como qualquer outro, exceto que suas partículas estão na forma gasosa em vez de líquida. Quando o ar se move rapidamente, na forma de vento, essas partículas também se movem rapidamente. Esse movimento significa energia cinética, que pode ser capturada como a energia da água em movimento é capturada por uma turbina em uma usina hidrelétrica. No caso de uma turbina eólica, as pás da turbina são projetadas para capturar a energia cinética contida no vento, quando as pás da turbina capturam a energia do vento e começam a se mover, elas giram um eixo que une o cubo do rotor a um gerador. O gerador transforma essa energia rotacional em eletricidade. Fundamentalmente, gerar eletricidade a partir do vento é só uma questão de transferir energia de um meio para outro.
Quando o ar quente mais leve se eleva subitamente, o ar mais frio flui rapidamente para preencher o espaço vazio deixado. Este ar que velozmente preenche o espaço vazio é o vento.
Se você colocar um objeto - como uma pá de rotor - no caminho desse vento, o vento irá empurrá-la, transferindo parte de sua própria energia de movimento para a pá. É assim que uma turbina eólica captura a energia do vento.
A turbina de energia eólica mais simples possível consiste em três partes fundamentais:
• Pás do rotor: as pás são, basicamente, as velas do sistema. Em sua forma mais simples, atuam como barreiras para o vento. Quando o vento força as pás a se mover, transfere parte de sua energia para o rotor;
• Eixo: o eixo da turbina eólica é conectado ao cubo do rotor. Quando o rotor gira, o eixo gira junto. Desse modo, o rotor transfere sua energia mecânica rotacional para o eixo, que está conectado a um gerador elétrico na outra extremidade;
• Gerador: na essência, um gerador é um dispositivo bastante simples, que usa as propriedades da indução eletromagnética para produzir tensão elétrica - uma diferença de potencial elétrico. A tensão é, essencialmente, "pressão" elétrica: ela é a força que move a eletricidade ou corrente elétrica de um ponto para outro. Assim, a geração de tensão é, de fato, geração de corrente. Um gerador simples consiste em ímãs e um condutor. O condutor é um fio enrolado na forma de bobina. Dentro do gerador, o eixo se conecta a um conjunto de imãs permanentes que circunda a bobina. Na indução eletromagnética, se você tem um condutor circundado por imãs e uma dessas partes estiver girando em relação à outra, estará induzindo tensão no condutor. Quando o rotor gira o eixo, este gira o conjunto de imãs que, por sua vez, gera tensão na bobina. Essa tensão induz a circulação de corrente elétrica, como corrente alternada, através das linhas de energia elétrica para distribuição.

Eletrodinamica - Condutores e Não condutores

Os materiais podem classificar-se em condutores ou isolantes, dependendo de sua capacidade de conduzir ou não eletrecidade.
O experimento mostra que usando materiais como extensões de condutores, podemos conter bons ou maus condutores. Ao colocarmos uma tesoura de metal na ponta do condutor ( que está em um dos polos de uma pilha ), e na lâmpada que já está com um condutor de outro polo ligada a mesma, teremos uma boa condução de elétrons e isso fará com que a lâmpada funcione normalmente. Assim percebemos que o metal é um bom condutor elétrico pois fez com que a energia que estava na pilha passase normalmente para a lâmpada.O mesmo foi feito com a borracha mas essa por não ser uma boa condutora não serviu de extensão do fio, então a lâmpada não funcionou.
A diferença entre os dois materiais, é que, a tesoura possui elétrons livres que migram para a lampada, é um material desinstavel, já a borracha atua como isolante, pois é um material instavel e sem eletrons livres.

Bons condutores: Metais, cobre, água, etc.
Maus condutores (isolantes): Terra, plástico, borracha, etc.





Alessandra Machado - 307